Quanto Custa Criar uma Loja Virtual? (E-commerce)

Entrar no e-commerce não custa muito. Confira mais detalhes para criar uma loja virtual.

O comércio eletrônico no país registrou um aumento de 15,9% no ano passado, com um faturamento de mais de R$ 41 bilhões. No entanto, para criar uma loja virtual, apesar do investimento inicial relativamente baixo, é necessário pesquisar o mercado, verificar os preços da concorrência, fazer um plano de negócios adequado e eficaz e trabalhar muito.



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Quanto Custa Criar uma Loja Virtual?

Por que a necessidade de recursos é menor?

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São muitos os motivos. Em primeiro lugar, não há necessidade de instalações especiais: as transações são realizadas através da internet – e este fato também reduz a necessidade de muitas pessoas para criar e tocar a loja virtual.

Uma loja física precisa manter um estoque mínimo para atender os clientes presenciais, inclusive com pessoal especializado em logística. Nas lojas virtuais, as compras podem ser feitas à medida que os negócios vão sendo fechados, mas é muito importante poder contar com fornecedores confiáveis e eficientes.

Quanto Gasto em um E-commerce?

Para resolver a equação – definir quanto custa criar uma loja virtual –, é preciso identificar todos os custos operacionais. Estes valores são muito diversos, em função da natureza do negócio.

Por exemplo, montar uma loja virtual de roupas populares no Rio de Janeiro ou em São Paulo, basta garimpar ofertas e promoções nos centros de compras mais procurados do país (no caso, respectivamente a Saara e a Rua 25 de Março).

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Seja qual for, porém, o centro do negócio – que pode ser inclusive a venda de artigos importados ou de peças raras de automóveis –, o novo empreendedor necessita verificar alguns custos comuns a todas as lojas virtuais:

  • os custos da criação da plataforma e outros recursos tecnológicos;
  • os custos operacionais (compra de matéria-prima ou de peças prontas) da loja virtual;
  • os custos de divulgação do novo negócio.

Na internet, é possível encontrar cursos de criação de plataformas digitais. Outra opção para pequenos negócios é hospedar a página em um “shopping virtual” – são as chamadas plataformas alugadas ou compartilhadas.

Quem tem bons conhecimentos de tecnologia da informação pode criar e hospedar o site, talvez com a ajuda de alguns amigos.

Os outros pontos, no entanto, também são igualmente muito importantes. Depois de verificação a aceitação dos clientes a respeito dos produtos e das formas de pagamento, o ideal é formar um estoque que permita a opção da loja virtual nos primeiros 15 dias.

A partir de então, é possível, formar uma boa base sobre faturamento, aumento das compras, contratação de auxiliares, etc.

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Mas, como diz o ditado, “a propaganda é a alma do negócio”. Ao criar uma loja virtual, a divulgação é fundamental. É possível recorrer a técnicas tradicionais, como anúncios em jornais e revistas e distribuição de filipetas em locais de grande afluxo dos clientes em potencial.

O mais importante, no entanto, é ser visto na internet, o canal de comunicação que mais se propaga nos dias de hoje. Anúncios em redes virtuais são baratos – e sempre é possível contar com a propaganda boca a boca, com a rede de contatos ajudam a promover o novo negócio.

Quanto custa criar um E-commerce?

Uma plataforma open source custa R$ 6.000 em média, já com a consultoria e o suporte de um especialista em informática. Com uma licença, o internauta pode baixar, instalar e configurar o sistema.

Uma loja virtual alugada é bem mais barata. Existem diversas opções na internet, com preços entre R$ 2.000 e R$ 4.500. Este recurso, no entanto, só é recomendado para pequenos negócios.

Os custos de divulgação dependem do empreendedor. Pode se aproximar a zero, se for utilizada a propaganda boca a boca, a R$ 400 por mês, para manter seis anúncios comerciais em sites bem visitados.

É difícil prever os custos de estoque, que variam de acordo com o segmento escolhido. É importante formar um capital de giro antes da inauguração da loja virtual, para manter o novo negócio pelos primeiros meses, em que as vendas são mais escassas.


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