Quanto Custa um Plano de Saúde – Preço, Mensalidade

Trata-se de um item obrigatório atualmente. Confira quanto custa um plano de saúde.

Em função da má qualidade dos serviços públicos brasileiros, quem pode contrata um plano de saúde privado, para garantir o bem estar e a qualidade de vida da família. O serviço, no entanto, não é barato (e praticamente inacessível às classes D e E) e muitas vezes é ineficiente.



As mensalidades são relativamente altas e muitas vezes o plano de saúde não dá direito a alguns tratamentos médicos. O custo de um plano de saúde é muito diferente, definido em função da idade, histórico de saúde, número de membros segurados, etc.

Quanto Custa um Plano de Saúde?

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De acordo com a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar – um plano de saúde familiar ou individual custa entre R$ 62 (praticado pela operadora Hapvida) e R$ 1.900 (pela operadora Omint) por mês, de acordo com a cobertura (o tipo de acomodação, em caso de internação hospitalar).

O levantamento foi feito com base nas mensalidades cobradas pelas grandes operadoras, que reúnem mais de cem mil segurados cada uma (este número representa mais de 70% dos associados por planos de saúde) e seus beneficiários.

Tipos de plano de saúde

Planos de saúde individuais e familiares são os únicos que podem ser contratados diretamente pelos interessados. Os planos coletivos só aceitam a adesão de clientes vinculados a uma associação de classe (OAB, CRM, etc.), um sindicato (ou órgão equivalente).

Os planos de saúde coletivos aceitam apenas os empregados de empresas previamente conveniadas. As condições do seguro não podem ser alteradas: por exemplo, se o contratante optou por internação hospitalar em enfermaria, o segurado não pode fazer a atualização para um quarto individual. Nestes planos, a empresa arca com parte dos custos.

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Cobranças e valores “surpresas” dos planos de saúde

Comparar os custos dos planos de saúde é uma providência importante para quem pretende contratar os serviços de uma operadora. A pesquisa pode ser feita pela internet ou com a colaboração de corretores autônomos, que sempre trabalham com diversas empresas.

A comparação permite economia e planejamento para incorporar a nova despesa ao orçamento doméstico – em muitos casos, a contratação de um plano de saúde exige a renúncia de outras despesas da família.

No entanto, não é apenas o custo que deve ser levado em contado: é necessário verificar a extensão das coberturas, a qualidade das clínicas e hospitais conveniados, o número de reclamações em sites de órgãos de defesa do consumidor antes de tomar a decisão final.

Algumas surpresas acompanham os planos de saúde. São muitos os casos de não cobertura de tratamentos médicos e de não liberação de recursos para determinados procedimentos autorizados pelos órgãos públicos.

O pior atendimento, porém, é dispensado às pessoas da terceira idade. A mensalidade de um plano de saúde é determinada, entre outros fatores, em função de um escalonamento etário: quanto mais velho for o segurado, mais terá que despender para manter o atendimento.

De acordo com o IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa – um plano de saúde básico, a partir dos 60 anos, custa bem mais caro: entre R$ 550 e R$ 1.450. Os valores continuam subindo de cinco ou cinco anos (além do reajuste para correão da inflação).

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